Diagnosticado com câncer de próstata em estágio inicial, Adolfo passou por um protocolo inovador de radioterapia que permite tratar a doença em apenas cinco sessões, quando antes o tratamento exigia cerca de 37 a 38.
“A equipe é muito educada e eu não esperava que fosse tão rápido. Foi mais fácil que arrancar um dente”, brincou o paciente. “Com duas semanas eu já estava bem. O pós foi tranquilo, nada doía ou me atrapalhava. Agora só faço o acompanhamento. Foi ótimo”, contou.
O novo protocolo é voltado para pacientes classificados como baixo risco ou risco intermediário e, só é possível graças à tecnologia de imagem em tempo real do OBI. O equipamento aprimora a precisão dos tratamentos oncológicos por radioterapia, permitindo que a radiação seja direcionada exatamente ao local do tumor, reduzindo a exposição dos tecidos saudáveis e aumentando a segurança dos procedimentos.
“Com esse equipamento conseguimos visualizar os órgãos, como a próstata, o reto e a bexiga, já com o paciente na posição do tratamento. Assim, conseguimos acertar o câncer com mais precisão e proteger os órgãos saudáveis”, explica o médico radio-oncologista Dr. Renan Casagrande.
O OBI também é essencial na chamada Radioterapia Adaptativa, uma abordagem moderna que ajusta o planejamento do tratamento conforme as mudanças anatômicas do paciente ao longo das sessões, garantindo resultados ainda mais eficazes e personalizados.
A história de Adolfo reforça a importância do diagnóstico precoce, principal mensagem do Novembro Azul, e mostra como o avanço tecnológico, aliado à humanização no atendimento, tem transformado o cuidado com os pacientes no Hospital da Providência.
“Eu descobri meu câncer no começo e isso fez toda a diferença”, afirmou Adolfo. “Hoje estou bem e grato por ter encontrado uma equipe tão preparada e atenciosa”, finaliza o paciente.

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